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Brasileiro leva US$ 100 mil em prêmio de apps com sensor de movimento

Desenvolvedores brasileiros abocanharam grande parte das premiações de uma competição daIntel, uma das maiores companhias de tecnologia do mundo. O vencedor do maior prêmio do Intel RealSense App Challenge foi Alexandre Ribeiro da Silva, da Anima Games, que levou US$ 100 mil. A empresa divulgou a lista dos ganhadores nesta segunda-feira (11).

O concurso reuniu mais de 7 mil desenvolvedores de 37 países. A premiação ocorreu durante feira de tecnologia Computex, realizada em Taiwan, até a última quinta-feira (7).

Essa foi a primeira vez que competidores do Brasil estiveram entre os participantes. E eles fizeram bonito. Além de Silva, que ganhou no nível (só para programadores convidados) da categoria de Games, outros dois brasileiros tiveram seus aplicativos entre os melhores.

Gestos
Silva venceu com o jogo Seed. No game, o jogador controla uma semente, que tem a missão de reflorestar uma terra devastada. Todos os aplicativos concorrentes deveriam utilizar um sensor de movimentos criado pela Intel. O aparelho captura os movimentos do indivíduo e os transporta para a tela, transformando-os em ações, dependendo do tipo de aplicação que o utiliza.

No Seed, o desenvolvedor, por exemplo, procurou transformar os gestos que as pessoas usam para representar a chuva como um dos comandos. As pesquisas foram feitas com os participantes da Campus Party, maior feira de cultura nerd da América Latina.

3D
Além da categoria de Games, a competição possuía outras quatro: Inovação Aberta, Interação Natural, Aprendizagem e Colaboração. O brasileiro Mauro Pichiliani ficou em segundo lugar entre os aplicativos de Inovação Aberta, com seu “Hand Tremor Measurement Application”. O HTMA avalia se pequenos movimentos involuntários de mãos e dedos podem ser sintomas de síndromes que causam tremores, como o mal de Parkinson. Pichiliani levou para casa US$ 20 mil.

A outra brasileira a vencer foi Keila Matsumura, que ficou com o segundo lugar na categoria de Interação Natural. O aplicativo dela, o “Fusion 4D”, permite aos usuários interagirem com objetos em 3D. Por meio do sensor de movimentos, as pessoas podem girar, aumentar, diminuir e controlar imagens na tela do computador, como um cérebro tridimensional. Pela aplicação, a brasileira ganhou US$ 20 mil.

 

Fonte: terra.com.br

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